Há muito a ser refletido sobre a misoginia nessa significação do trabalho doméstico. Será que as funções do lar seriam tão desvalorizadas caso fossem consideradas uma função do homem de classe média e alta? Com a fala de Cláudio, é perceptível que a coisa pode mudar de peso a depender de quem desempenha esse papel
Embora o Feminismo tenha conquistado cada vez mais espaço na mídia e em debates políticos, ainda existem questões que dificilmente ultrapassam as citações teóricas. Uma delas é a divisão do trabalho doméstico e o cuidado com as crianças, que continua sendo um problema feminino sem o engajamento dos homens; nem mesmo daqueles que se identificam com as políticas de esquerda.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres dedicam, em média, 27,7 horas semanais aos afazeres domésticos, enquanto os homens dedicam apenas 11,2 horas por semana, menos da metade. A situação permanece igual mesmo para as mulheres que trabalham fora de casa, muitas delas sobrecarregadas com uma jornada tripla de trabalho e cuidado com os filhos, causando prejuízos em todas as esferas subjetivas e profissionais. A partir do recorte de raça, chama atenção o fato de que muitas mulheres negras acabam realizando a faxina, o preparo de alimentos e o cuidado das crianças de outras famílias, mas precisam repetir todas essas atividades quando retornam para casa, pois não contam com a ajuda dos homens com quem convivem. O próprio termo “ajudar” já indica o ritmo dos avanços femininos nessa pauta; oferecer ajuda não é equivalente a compartilhar uma obrigação. Vários homens até se disponibilizam para auxiliar as mulheres, lavando uma louça ou deixando as crianças na escola, mas esse tipo de atividade continua sendo encarado como essencialmente feminina.
A situação pode ser desanimadora, mas há homens exemplares que dividem de forma igualitária os cuidados do lar. Embora ainda raros, eles iniciam a pavimentação de um caminho pouco trilhado pela população masculina do Brasil. Cláudio Henrique dos Santos é um desses homens, que decidiu ir além da divisão de tarefas e escolheu, conscientemente, se tornar um “dono de casa” para que sua esposa pudesse crescer profissionalmente sem impedimentos.
Com 42 anos de idade, formado em Jornalismo e pai de uma menina de 7 anos, Cláudio mora na Pensilvânia e conta suas experiências no livro “Macho do Século XXI”, disponível em todo o Brasil. Nas redes sociais, Cláudio compartilha conteúdo voltado para discussões sobre igualdade entre os gêneros. Sua decisão e o início da jornada como “homem do lar”, no entanto, não foi fácil: “Tive que aprender do zero. Eu era o cara mais machão do mundo. Não lavava um prato em casa. Quando eu era jovem, minha mãe era quem fazia tudo em casa. Ela até que tentava me colocar para fazer as coisas em casa, mas eu ajudava muito pouco. No almoço do domingo, as mulheres faziam o trabalho doméstico e os homens íam assistir futebol na televisão. Minha mãe nunca reclamava, então eu achava que estava tudo bem. Depois que casei, eu e minha esposa podíamos pagar alguém que fizesse o serviço da casa e eu nunca me preocupei com isso. Eu não sabia nem fritar um ovo e acabei aprendendo tudo na marra, principalmente por causa da minha filha”, conta de modo divertido.
Sua filha é mesmo uma personagem principal nesse enredo, pois para Cláudio a educação livre de estereótipos é a melhor maneira de ensinar e garantir igualdade. “Se eu tivesse um menino talvez não tivesse mudado tanto minha visão das coisas”, reflete. Cláudio conta que no começo sua filha estranhava o fato de que nas reuniões escolares, ele era o único pai presente. Hoje, isso é motivo de orgulho e engajamento, pois Cláudio faz questão de conversar com seus amigos sobre o assunto: “O que eu digo aos meus amigos que tem filhos meninos é o seguinte: se você quer que seu filho respeite uma mulher no futuro, você tem que ensinar a ele que não existe brinquedo de menino e de menina ou tarefa de menino e de menina. Do contrário, eles aprendem desde pequenos que são diferentes”. Cláudio é um ótimo exemplo de como um homem feminista pode gerar mudanças positivas em sua realidade, não apenas se limitando ao seu espaço individual e privado, mas estendendo o debate ao seu círculo social e conversando com quem mais precisa de conscientizar: os homens.
O curioso é que Cláudio não se define como feminista e, na verdade, conta que não tem conhecimento suficiente sobre o Feminismo como movimento social. Segundo ele, sua decisão não foi pautada por convicção política, mas por amor e vontade de apoiar sua família. “Mas é claro que essa experiência mudou minha visão das coisas. Hoje eu escrevo no meu blog e faço palestras sobre a igualdade entre os gêneros, até mesmo porque minha família é um grande exemplo de que hoje não existe mais espaço para papéis predefinidos. E eu tenho o maior orgulho de compartilhar a minha história, porque eu vejo o quanto minha esposa batalhou (e ainda precisa lutar demais) para alcançar um posto de liderança numa grande empresa. O caminho para as mulheres é sempre mais difícil e muitas delas não podem contar com o apoio dos maridos em casa. E quero contribuir para que a minha filha possa viver num mundo mais igual no futuro, sem preconceitos, para que ela tenha menos dificuldades do que a minha esposa. Quero que ela tenha todos as condições para ser uma líder no futuro. E que ela tenha a liberdade de escolher o que ela quiser. Até mesmo ser uma dona de casa e cuidar dos filhos, desde que seja uma opção e não uma imposição”.
“Esse ainda é um tema que muitos homens não gostam de discutir. Alguns dos meus amigos talvez não consigam se projetar no meu lugar, mas tenho certeza que muitos deles admiram minha decisão. Até mesmo porque hoje eu encaro isso com muita naturalidade. Além disso, acho que a reação entre os mais jovens principalmente é mais positiva. Alguns amigos, principalemente os mais jovens, acredito que topariam ficar em casa se a mulher pudesse sustentar a casa sozinha”.
Our Multicultural Teenage World
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
sexta-feira, 18 de julho de 2014
A Guerra Civil Síria73 (às vezes referida como Revolta Síria ou ainda Revolução Síria;74 em árabe: الحرب الأهلية السورية) é um conflito interno em andamento na Síria, que começou como uma série de grandes protestos populares em 26 de janeiro de 2011 e progrediu para uma violenta revolta armada em 15 de março de 2011, influenciados por outros protestos simultâneos no mundo árabe.75 Enquanto a oposição alega estar lutando para destituir o presidente Bashar al-Assad do poder para posteriormente instalar uma nova liderança mais democrática no país, o governo sírio diz estar apenas combatendo "terroristas armados que visam desestabilizar o país".76
Foi iniciada como uma mobilização social e midiática, exigindo maior liberdade de imprensa, direitos humanos e uma nova legislação.77 A Síria tem estado em estado de emergência desde 1962, que efetivamente, suspendeu as proteções constitucionais para a maioria dos cidadãos. Hafez al-Assad esteve no poder por trinta anos, e seu filho, Bashar al-Assad, tem mantido o poder com mão firme nos últimos dez anos. As manifestações públicas começaram em frente ao parlamento sírio e a embaixadas estrangeiras em Damasco.78
Em resposta aos protestos, o governo sírio enviou suas tropas para as cidades revoltosas com o objetivo de encerrar a rebelião.79 O resultado da repressão e do confronto com os manifestantes acabou sendo de centenas de mortes, a grande maioria de civis.80 Muitos militares se recusaram a obedecer às ordens de suprimir as revoltas e manifestações, e alguns sofreram represálias do governo por isso.81 No fim de 2011, soldados desertores e civis armados da oposição formaram o chamado Exército Livre Sírio para iniciar uma luta convencional contra o Estado. Em 23 de agosto de 2011, a oposição finalmente se uniu em uma única organização representativa formando o chamado Conselho Nacional Sírio.82 A luta armada então se intensificou, assim como as incursões das tropas do governo em áreas controladas por opositores.83 Em 15 de julho de 2012, com grandes combates irrompendo por todo o país, a Cruz Vermelha Internacional decidiu classificar o conflito como guerra civil (o termo preciso foi "conflito armado não-internacional") abrindo caminho à aplicação do Direito Humanitário Internacional ao abrigo das convenções de Genebra e à investigação de crimes de guerra.84 85
Segundo informações de ativistas de direitos humanos dentro e fora da Síria, o número de mortos no conflito passa das 100 mil pessoas,86 sendo mais da metade de civis.87 Outras 130 mil pessoas teriam sido detidas pelas forças de segurança do governo.88 Mais de dois milhões de sírios já teriam buscado refúgio no exterior para fugir dos combates, com a maioria destes tomando abrigo no vizinho Líbano.72
Segundo a ONU e outras organizações internacionais, crimes de guerra e contra a humanidade vêm sendo perpetrados pelo país por ambos os lados de forma desenfreada.89 90 Desde o início da guerra, as forças leais ao governo foram os principais alvos das denúncias, sendo condenadas internacionalmente por incontáveis massacres de civis.91 92 Milícias leais ao presidente Assad e integrantes do exército sírio foram acusadas de perpetrarem vários assassinatos e cometerem inúmeros abusos contra a população.93 Contudo, durante o decorrer das hostilidades, as forças opositoras também passaram a ser acusadas, por organizações de direitos humanos, de crimes de guerra.94
No momento da revolta, a Síria se encontrava sob estado de emergência desde 1962, sendo assim suspensas as garantias constitucionais que protegiam a população síria. Então o regime instalou um estado policial, suprimindo qualquer manifestação pública que fosse contra o governo. Durante esses anos, revoltas de cunho islâmico95 foram fortemente reprimidos, causando centenas de mortes, como no massacre de Hama.96 O governo sírio justificou o estado de emergência, dizendo que a Síria estava em estado de guerra com Israel.
Desde 1963, após um golpe de estado, a Síria é governada pelo Partido Baath.97 Apesar das mudanças de poder no golpe de estado de 1966 e no golpe de 1970, o Partido Baath continua mantendo-se como a única autoridade na Síria,98 através do unipartidarismo.
Um manifestante anti-Assad grafitando na parede de um prédio a frase "Derrubem al-Assad", em maio de 2011.
No último golpe de estado, Hafez al-Assad tomou o poder como presidente, liderando o país por 30 anos e proibindo a criação de partidos de oposição e a participação de qualquer candidato de oposição em uma eleição.
Em 1982, durante um clima de insurgência islâmica em todo o país, que durou seis anos, Hafez al-Assad aplicou a tática da "terra arrasada", sufocando a revolta islâmica da comunidade sunita, incluindo a Irmandade Muçulmana, entre outros.99 Durante essas operações, milhares de pessoas morreram no massacre de Hama.100
O presidente Bashar al-Assad se encontra no poder desde 17 de julho de 2000, sucedendo seu pai. Seu partido atualmente domina a política síria, incluindo o parlamento. A Frente Nacional Progressista é a única coalizão do parlamento, composto principalmente pelo Partido Baath (134 assentos) e outros nove membros, representando 35 partidos políticos.
Como vários outros países do Oriente Médio, a Síria sofria com retrações econômicas e altos índices de desemprego que chegava a 25% da população.101 A situação socio-econômica, como a deterioração do padrão de vida, a redução do apoio do governo aos pobres como consequência da adaptação da economia para um mercado aberto, a erosão dos subsídios para bens e agricultura, sem uma indústria estável e índices de desemprego altos entre jovens incitaram o descontentamento popular.102
A situação dos direitos humanos na Síria também era considerada deplorável, conquistando várias críticas de organizações estrangeiras.103 O país ficou sob estado de exceção de 1963 até 2011, o que dava as forças de segurança a autoridade de prender qualquer um que quisessem sem declarar um motivo.104 Movimentos pró-democracia liderados, na maioria das vezes, pela Irmandade Muçulmana, foram mal recepcionados pelo governo que reprimia qualquer manifestação de oposição.104 Todos os partidos políticos foram banidos da Síria, fazendo do partido do governo o único a concorrer nas eleições.105
Em entrevista feita em 31 de janeiro de 2011, al-Assad declarou que era tempo de fazer reformas, frente as revoltas de demanda popular que derrubaram governos no Egito, na Tunísia e no Iêmen, e que falou que uma "nova era" estava chegando ao Oriente Médio.106 107 Segundo grupos de oposição, a lentidão ou não cumprimento das promessas de reformas incitaram a população a se manifestar contra o governo em massa. Os primeiros protestos começaram em janeiro e foram reprimidos duramente pelo governo.108 Ainda no mesmo mês, uma manifestação em Ar-Raqqah terminou com dois mortos. Protestos em Al-Hasakah acabaram sendo dispersos pelas forças de segurança leais ao governo e centenas foram presos. A rede de televisão árabe Al Jazeera reportou a violência usada pelas forças de al-Assad na repressão e se disse preocupada com o risco de uma insurreição popular nos moldes da Líbia.109 O presidente Assad então afirmou que seu país estaria imune a todos os tipos de protestos em massa como os que ocorreram no Cairo, Egito.110
Foi iniciada como uma mobilização social e midiática, exigindo maior liberdade de imprensa, direitos humanos e uma nova legislação.77 A Síria tem estado em estado de emergência desde 1962, que efetivamente, suspendeu as proteções constitucionais para a maioria dos cidadãos. Hafez al-Assad esteve no poder por trinta anos, e seu filho, Bashar al-Assad, tem mantido o poder com mão firme nos últimos dez anos. As manifestações públicas começaram em frente ao parlamento sírio e a embaixadas estrangeiras em Damasco.78
Em resposta aos protestos, o governo sírio enviou suas tropas para as cidades revoltosas com o objetivo de encerrar a rebelião.79 O resultado da repressão e do confronto com os manifestantes acabou sendo de centenas de mortes, a grande maioria de civis.80 Muitos militares se recusaram a obedecer às ordens de suprimir as revoltas e manifestações, e alguns sofreram represálias do governo por isso.81 No fim de 2011, soldados desertores e civis armados da oposição formaram o chamado Exército Livre Sírio para iniciar uma luta convencional contra o Estado. Em 23 de agosto de 2011, a oposição finalmente se uniu em uma única organização representativa formando o chamado Conselho Nacional Sírio.82 A luta armada então se intensificou, assim como as incursões das tropas do governo em áreas controladas por opositores.83 Em 15 de julho de 2012, com grandes combates irrompendo por todo o país, a Cruz Vermelha Internacional decidiu classificar o conflito como guerra civil (o termo preciso foi "conflito armado não-internacional") abrindo caminho à aplicação do Direito Humanitário Internacional ao abrigo das convenções de Genebra e à investigação de crimes de guerra.84 85
Segundo informações de ativistas de direitos humanos dentro e fora da Síria, o número de mortos no conflito passa das 100 mil pessoas,86 sendo mais da metade de civis.87 Outras 130 mil pessoas teriam sido detidas pelas forças de segurança do governo.88 Mais de dois milhões de sírios já teriam buscado refúgio no exterior para fugir dos combates, com a maioria destes tomando abrigo no vizinho Líbano.72
Segundo a ONU e outras organizações internacionais, crimes de guerra e contra a humanidade vêm sendo perpetrados pelo país por ambos os lados de forma desenfreada.89 90 Desde o início da guerra, as forças leais ao governo foram os principais alvos das denúncias, sendo condenadas internacionalmente por incontáveis massacres de civis.91 92 Milícias leais ao presidente Assad e integrantes do exército sírio foram acusadas de perpetrarem vários assassinatos e cometerem inúmeros abusos contra a população.93 Contudo, durante o decorrer das hostilidades, as forças opositoras também passaram a ser acusadas, por organizações de direitos humanos, de crimes de guerra.94
No momento da revolta, a Síria se encontrava sob estado de emergência desde 1962, sendo assim suspensas as garantias constitucionais que protegiam a população síria. Então o regime instalou um estado policial, suprimindo qualquer manifestação pública que fosse contra o governo. Durante esses anos, revoltas de cunho islâmico95 foram fortemente reprimidos, causando centenas de mortes, como no massacre de Hama.96 O governo sírio justificou o estado de emergência, dizendo que a Síria estava em estado de guerra com Israel.
Desde 1963, após um golpe de estado, a Síria é governada pelo Partido Baath.97 Apesar das mudanças de poder no golpe de estado de 1966 e no golpe de 1970, o Partido Baath continua mantendo-se como a única autoridade na Síria,98 através do unipartidarismo.
Um manifestante anti-Assad grafitando na parede de um prédio a frase "Derrubem al-Assad", em maio de 2011.
No último golpe de estado, Hafez al-Assad tomou o poder como presidente, liderando o país por 30 anos e proibindo a criação de partidos de oposição e a participação de qualquer candidato de oposição em uma eleição.
Em 1982, durante um clima de insurgência islâmica em todo o país, que durou seis anos, Hafez al-Assad aplicou a tática da "terra arrasada", sufocando a revolta islâmica da comunidade sunita, incluindo a Irmandade Muçulmana, entre outros.99 Durante essas operações, milhares de pessoas morreram no massacre de Hama.100
O presidente Bashar al-Assad se encontra no poder desde 17 de julho de 2000, sucedendo seu pai. Seu partido atualmente domina a política síria, incluindo o parlamento. A Frente Nacional Progressista é a única coalizão do parlamento, composto principalmente pelo Partido Baath (134 assentos) e outros nove membros, representando 35 partidos políticos.
Como vários outros países do Oriente Médio, a Síria sofria com retrações econômicas e altos índices de desemprego que chegava a 25% da população.101 A situação socio-econômica, como a deterioração do padrão de vida, a redução do apoio do governo aos pobres como consequência da adaptação da economia para um mercado aberto, a erosão dos subsídios para bens e agricultura, sem uma indústria estável e índices de desemprego altos entre jovens incitaram o descontentamento popular.102
A situação dos direitos humanos na Síria também era considerada deplorável, conquistando várias críticas de organizações estrangeiras.103 O país ficou sob estado de exceção de 1963 até 2011, o que dava as forças de segurança a autoridade de prender qualquer um que quisessem sem declarar um motivo.104 Movimentos pró-democracia liderados, na maioria das vezes, pela Irmandade Muçulmana, foram mal recepcionados pelo governo que reprimia qualquer manifestação de oposição.104 Todos os partidos políticos foram banidos da Síria, fazendo do partido do governo o único a concorrer nas eleições.105
Em entrevista feita em 31 de janeiro de 2011, al-Assad declarou que era tempo de fazer reformas, frente as revoltas de demanda popular que derrubaram governos no Egito, na Tunísia e no Iêmen, e que falou que uma "nova era" estava chegando ao Oriente Médio.106 107 Segundo grupos de oposição, a lentidão ou não cumprimento das promessas de reformas incitaram a população a se manifestar contra o governo em massa. Os primeiros protestos começaram em janeiro e foram reprimidos duramente pelo governo.108 Ainda no mesmo mês, uma manifestação em Ar-Raqqah terminou com dois mortos. Protestos em Al-Hasakah acabaram sendo dispersos pelas forças de segurança leais ao governo e centenas foram presos. A rede de televisão árabe Al Jazeera reportou a violência usada pelas forças de al-Assad na repressão e se disse preocupada com o risco de uma insurreição popular nos moldes da Líbia.109 O presidente Assad então afirmou que seu país estaria imune a todos os tipos de protestos em massa como os que ocorreram no Cairo, Egito.110
sábado, 21 de junho de 2014
- Diferenças Culturais entre Brasil e Austrália
Apesar de estar praticamente do outro lado do planeta e de um fuso horário com 13 horas de diferença, a Austrália é escolhida por muitos intercambistas por ter um clima parecido com o do Brasil. O continente-ilha, como o país é chamado, possui praias paradisíacas e uma natureza tão espetacular quando a nossa. Além disso, a população multicultural reforça ainda mais as semelhanças com nosso país. Porém, antes de embarcar rumo à terra dos cangurus, é essencial conhecer algumas particularidades da cultura australiana que podem influenciar em sua desenvoltura como imigrante. Confira como evitar gafes e entenda alguns costumes que você encontrará por lá:
Papel higiênico não é higiênico
Nada anormal em ir ao banheiro e jogar o papel sujo em um cestinho de lixo, não é mesmo? Para muitos australianos isso é algo completamente nojento. As tubulações de esgoto dos banheiros são preparadas para receber o papel, portanto, descarte-o no próprio vaso sanitário. As lixeiras são utilizadas para descartar outras coisas, como cotonetes, algodões e absorventes, por exemplo.
Fio dental apenas no dente e cerveja em locais fechados
Apesar de estarem acostumados ao topless, o biquíni fio-dental é extremamente mau visto nas praias australianas. Em alguns casos chega a ser ofensivo e, em outros, pode ser motivo de piada e comparação ao maiô do personagem Borat, do humorista Sacha Cohen. Diferentemente do Brasil, também não é possível combinar cerveja + praia. Diversas praias do país são alchool free zones, ou seja, o consumo de álcool é proibido. E quem for pego consumindo ilegalmente pode ser multado.
Trânsito organizado para todos
Na Austrália o trânsito é regido pela mão-inglesa, ou seja, os motoristas dirigem do lado direito da pista e do carro. Essa diferença costuma confundir muitos brasileiros, mas, como tudo, é questão de prática para se acostumar. E se você é pedestre, fique atento às regras de trânsito. Há sinais específicos para quem está a pé e você deve acioná-lo para atravessar a rua. Além disso, respeite a faixa de pedestre. A legislação é dura e a fiscalização mais ainda: pedestres desobedientes às leis de trânsito podem receber salgadas multas.
Está sem pressa? Fique do lado esquerdo
Falamos anteriormente que o trânsito australiano segue a mão inglesa, porém essa regra acaba sendo refletida também para o trânsito de pedestres. Em algumas cidades, é comum andar no mesmo lado da calçada como se estivesse dirigindo na rua. Por exemplo, se você está procurando algo ou observando vitrines, espera-se que você mantenha-se no lado esquerdo, para quem está com pressa consiga ultrapassá-lo rapidamente. Isso vale também para as escadas rolantes. Se você não tem pressa, fique à esquerda, para que o lado direito fique livre àqueles que não podem aguardar a velocidade da escada.
Etiqueta de eventos
Se aqui no Brasil a maioria não gosta de ser o primeiro a chegar a uma festa e o atraso de alguns minutos é quase um código social, para os australianos a coisa é bem diferente. Se uma janta na casa de alguém, por exemplo, foi marcada às 20h, é exatamente às 20h que ela começa e atrasos não são bem vistos. Até porque, geralmente os eventos têm hora para acabar e as nossas “saideiras”, que acabam prolongando as comemorações, não são comuns por lá. Horários de início e fim devem ser respeitados.
Apesar de estar praticamente do outro lado do planeta e de um fuso horário com 13 horas de diferença, a Austrália é escolhida por muitos intercambistas por ter um clima parecido com o do Brasil. O continente-ilha, como o país é chamado, possui praias paradisíacas e uma natureza tão espetacular quando a nossa. Além disso, a população multicultural reforça ainda mais as semelhanças com nosso país. Porém, antes de embarcar rumo à terra dos cangurus, é essencial conhecer algumas particularidades da cultura australiana que podem influenciar em sua desenvoltura como imigrante. Confira como evitar gafes e entenda alguns costumes que você encontrará por lá:
Papel higiênico não é higiênico
Nada anormal em ir ao banheiro e jogar o papel sujo em um cestinho de lixo, não é mesmo? Para muitos australianos isso é algo completamente nojento. As tubulações de esgoto dos banheiros são preparadas para receber o papel, portanto, descarte-o no próprio vaso sanitário. As lixeiras são utilizadas para descartar outras coisas, como cotonetes, algodões e absorventes, por exemplo.
Fio dental apenas no dente e cerveja em locais fechados
Apesar de estarem acostumados ao topless, o biquíni fio-dental é extremamente mau visto nas praias australianas. Em alguns casos chega a ser ofensivo e, em outros, pode ser motivo de piada e comparação ao maiô do personagem Borat, do humorista Sacha Cohen. Diferentemente do Brasil, também não é possível combinar cerveja + praia. Diversas praias do país são alchool free zones, ou seja, o consumo de álcool é proibido. E quem for pego consumindo ilegalmente pode ser multado.
Trânsito organizado para todos
Na Austrália o trânsito é regido pela mão-inglesa, ou seja, os motoristas dirigem do lado direito da pista e do carro. Essa diferença costuma confundir muitos brasileiros, mas, como tudo, é questão de prática para se acostumar. E se você é pedestre, fique atento às regras de trânsito. Há sinais específicos para quem está a pé e você deve acioná-lo para atravessar a rua. Além disso, respeite a faixa de pedestre. A legislação é dura e a fiscalização mais ainda: pedestres desobedientes às leis de trânsito podem receber salgadas multas.
Está sem pressa? Fique do lado esquerdo
Falamos anteriormente que o trânsito australiano segue a mão inglesa, porém essa regra acaba sendo refletida também para o trânsito de pedestres. Em algumas cidades, é comum andar no mesmo lado da calçada como se estivesse dirigindo na rua. Por exemplo, se você está procurando algo ou observando vitrines, espera-se que você mantenha-se no lado esquerdo, para quem está com pressa consiga ultrapassá-lo rapidamente. Isso vale também para as escadas rolantes. Se você não tem pressa, fique à esquerda, para que o lado direito fique livre àqueles que não podem aguardar a velocidade da escada.
Etiqueta de eventos
Se aqui no Brasil a maioria não gosta de ser o primeiro a chegar a uma festa e o atraso de alguns minutos é quase um código social, para os australianos a coisa é bem diferente. Se uma janta na casa de alguém, por exemplo, foi marcada às 20h, é exatamente às 20h que ela começa e atrasos não são bem vistos. Até porque, geralmente os eventos têm hora para acabar e as nossas “saideiras”, que acabam prolongando as comemorações, não são comuns por lá. Horários de início e fim devem ser respeitados.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
A seleção brasileira classificou-se automaticamente para esta Copa do Mundo por ser do país-sede. Mas, na fase de preparação, superou a atual campeã mundial, a Espanha, por 3 a 0 e foi a campeã da Copa das Confederações no Maracanã, mesmo estádio da final do torneio deste ano.
Mano Menezes foi o primeiro técnico do Brasil após a saída de Dunga, ocorrida depois da Copa do Mundo de 2010, a da África do Sul, em que a seleção pentacampeã foi derrotada pela Holanda nas quartas de final. Mas houve mudanças: quem está à frente é uma dupla vitoriosa, velha conhecida dos torcedores: Luiz Felipe Scolari, treinador, e Carlos Alberto Parreira, agora coordenador técnico. Felipão foi contratado para o lugar de Mano, demitido em novembro de 2012 e neste ano novamente treinador corintiano.
Júlio César; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz, Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Oscar; Neymar, Hulk e Fred foram os titulares na decisão da Copa das Confederações contra a Espanha.
Com 17 pontos, a Croácia foi a vice-líder do Grupo A das Eliminatórias europeias, o mesmo da Bélgica, que não sofreu uma derrota sequer. Precisou, então, passar pelos playoffs, em que superou a Islândia após empate sem gols fora de casa e vitória por 2 a 0 (gols de Mario Mandžukić e Darijo Srna) na partida de volta. Clique aqui e conheça o elenco croata.
A Croácia já participou de três Copas do Mundo. Na primeira, em 1998, Davor Šuker estava em grande fase, e a equipe conseguiu chegar às semifinais. O atacante foi o artilheiro daquele Mundial, com seis gols, o último deles o que deu a terceira posição aos croatas contra os holandeses na França. As duas participações seguintes em Mundiais não foram tão bem-sucedidas. Tanto em 2002 como em 2006 os croatas precisaram voltar para casa logo ao término da fase de grupos. Na Copa alemã, o Brasil derrotou a Croácia com gol de Kaká de fora da área.
Mais de 600 bailarinos participarão da cerimônia de abertura a partir das 15h15 de 12 de junho de 2014. “Será uma homenagem ao Brasil e aos seus tesouros: a natureza, as pessoas e o futebol. É espetacular a emoção aqui; todos estão motivados. Às vezes têm o cansaço, o calor, as repetições, mas todos mantêm o sorriso no rosto”, disse a diretora artística do show, a belga Daphné Cornez.
Cada um dos “tesouros” é representado artisticamente por personagens e adereços, tendo como elemento principal uma bola central “viva”. Essa bola de led movimenta-se no espetáculo. A cerimônia terá duração de 25 minutos, mas os organizadores estimam que cada minuto do show represente 20 horas de preparação artística. Até o grande dia, serão cerca de 84 horas de ensaios
Como a cerimônia está marcada para menos de duas horas antes de a bola rolar, o principal desafio ao criar o show foi a preocupação com o campo. Os elementos da cenografia foram testados com o acompanhamento de um especialista em gramados. Os objetos foram colocados na grama por quatro horas, e a umidade e a reação do campo foram medidas antes e quatro dias depois do teste.
“Como a cerimônia é durante o dia, não podemos usar muita iluminação ou fogos de artifício”, afirmou a diretora executiva de planejamento e suporte a operações, Joana Havelange. “No gramado, nada de elementos pontiagudos ou muito pesados. Por isso, o nosso show vai ser muito focado na expressão dos bailarinos, na cenografia, nas coreografias, na fantasias e trilha sonora, que ficou muito bonita e levou dois meses e meio para ser composta.”
Após a apresentação dos bailarinos e das riquezas do Brasil, o espetáculo será encerrado com a performance da música da Copa do Mundo da Fifa, “We Are One”, pelo rapper Pitbull e pelas cantoras Jennifer Lopez e Claudia Leitte. O Olodum também estará na festa.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Quem somos..
-Ana Clara Sochacki : Mais conhecida por Tchu (apelido), tenho 14 anos... Nas horas vagas gosto de dormir, de jogar tênis de mesa, e gosto de tirar fotos.. Sou loira, descendente de Polonêses, nasci em Macapá-AP e à 4 anos moro em Uraí-PR (vulgo: buracolândia, kkk).
-Ana Letícia Geraldes : Tenho 14 anos... Nas horas vagas gosto de navegar na internet, gosto de dormir, gosto de sair no fim de semana, sou cowgirl.. Solteira, sou morena, olhos verdes.. Nasci em Cornélio Procópio-PR e moro em Uraí-PR.
-Antonio Vinicius Darri: Tenho 14 anos... Nas horas vagas fico no sitio com meu pai, gosto de conversar com as 'gatinhas', moro em Uraí-PR.
-Gabrielly Gomes : Mais conhecida como Gaby, tenho 16 anos... Nas horas vagas eu gosto de entrar no facebook, conversar com os 'gatinhos'
-Karla Geraldini: Tenho 14 anos... Nas horas vagas gosto de navegar na internet, gosto de dormir, assistir filmes,gosto de sair no fim de semana... Sou morena, descendente de italiano,solteira... Nasci e moro em Uraí-PR.
Mormonismo
Hoje vamos falar sobre uma religião, escolhemos o "MORMONISMO".
Os Santos dos Últimos Dias (SUD), conhecidos como mórmons, é um movimento religioso restauracionista iniciado no século XIXnos Estados Unidos da América e liderado inicialmente por Joseph Smith Jr., definido pelos seus seguidores como primeiro profeta desta época.
História[editar | editar código-fonte]
Na primavera de 1820, um jovem de 14 anos, Joseph Smith Jr, conturbado por não saber à qual igreja filiar-se, narra ter ido a umbosque próximo a sua casa para orar, pois, queria saber a qual igreja deveria unir-se. Segundo Joseph Smith, em resposta à sua oração, o Pai Celestial e Seu Filho, Jesus Cristo, lhe apareceram. Joseph escreveu: “Quando a luz pousou sobre mim, vi dois Personagens cujo esplendor e glória desafiam qualquer descrição, pairando no ar, acima de mim. Um deles falou-me, chamando-me pelo nome, e disse, apontando para o outro: — Este é Meu Filho Amado. Ouve-O!” Foi respondido a Joseph que não deveria unir-se a nenhuma das igrejas existentes naquele tempo pois estas estavam cheias de orgulho, preconceito e doutrinas impostas por homens e não por Deus.
Em um segundo momento (depois da Primeira Visão), um ser ressurreto chamado Morôni, que viveu nas Américas por volta do ano 400 depois de Cristo, apareceu para Joseph na forma de um anjo. Ele lhe entregou um livro escrito em placas de ouro (mais conhecido como "as placas de ouro") com caracteres até então desconhecidos. O jovem Joseph Smith teria recebido as placas em 1827 1 e a partir dessa altura ele as teria traduzido para a inglês, dando origem ao Livro de Mórmon, que juntamente com a Bíblia,2Doutrina e Convênios e Pérola de Grande Valor é considerado escritura divina para os Santos. O termo mórmon, geralmente usado para referir-se a estes, deriva do nome do profeta Mórmon, que foi um dos autores e compiladores das escrituras que formaram o livro com seu nome.
Durante o período de tradução dos caracteres, Joseph foi auxiliado por Oliver Cowdery o qual era seu escrivão. Voltou a orar ao Senhor, às margens do rio Susquerrana, e como resposta obteve outra visão. Dessa vez apareceu-lhe João Batista, o qual lhes conferiu pela imposição de mãos, o sacerdócio de Aarão que lhes dava autoridade para batizar. Alguns dias depois lhes apareceram Pedro, Tiago e João, os quais possuíam as chaves do reino de Deus, transferidas a eles pelo Senhor antes de sua ascensão aos céus, os quais lhes impuseram as mãos e lhes conferiram o sacerdócio de Melquisedeque. Primeira Visão.3 Em 6 de abril de 1830, com apenas 6 pessoas, conforme o número mínimo exigido pela lei americana, a igreja foi formalmente organizada. E nesse mesmo ano de 1830, Joseph Smith publicou o Livro de Mórmon, tornou-se o primeiro Élder da Igreja por ele iniciada e denominada A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, isso porque cuidava ser a mesma igreja que Jesus criara quando estava na terra, só que agora Restaurada por um profeta chamado e ordenado por Deus. A mensagem da Igreja conquistou não apenas seguidores como também inimigos políticos e religiosos.
Segundo B. H. Roberts4 , um historiador mórmon, para além de motivos religiosos, ele também referiu como motivo da perseguição aos Santos a tendência dos Santos se congregarem numa só comunidade. Após a sua conversão os Santos congregavam-se em locais indicados pelos seus líderes. Houve muitas perseguições aos Santos devido às diferenças significativas entre comunidades, nomeadamente:
- diferenças culturais. Os membros da Igreja eram na sua maioria provenientes de Estados de Leste e do Norte e contrastavam imensamente com os moradores da fronteira Norte Americana em temas polêmicos na época, como por exemplo a Abolição da Escravatura, sendo os mórmons contra a escravidão humana.
- diferenças políticas. Como a comunidade mórmon crescia de forma esmagadora, ao mesmo tempo ganhava grande peso em votos, tornando-se ameaçadora a nível político colocando em risco os lugares governamentais ocupados pelos antigos moradores pela possibilidade de virem a ser ocupados por cidadãos mórmons.5
Por conseguinte, os mórmons foram vítimas de centenas de atos de violência e segregação, como incêndios de caravanas lideradas por missionários e peregrinos. A intolerância com os religiosos mórmons, culminou no assassinato de Joseph Smith Jr., morto dentro da cela onde estava preso, em Carthage, Illinois.6
Com a morte de Smith, cerca de 90% de mórmons[carece de fontes] apoiaram Brigham Young e o aceitaram como seu novo líder, considerado o segundo profeta de entre os membros da A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A igreja lançou um original e sistemático programa missionário, através do qual envia anualmente milhares de jovens entre 18 e 26 anos para um trabalho de proselitismo de dois anos ininterruptos, de forma a ser hoje a igreja cristã que mais cresce em todo o mundo (dados de 2002)7
Um outro grupo, cerca de 5%[carece de fontes], apoiou Joseph Smith III, filho de Joseph Smith Jr., como seu sucessor, pois acreditavam que deveria ser pela ordem da família, assim como reis nas monarquias. Este segundo grupo ficou conhecido como A Igreja Reorganizada de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, sendo seu nome alterado paraComunidade de Cristo no início da década de 2000, hoje conta com 200.000 membros.
Outros grupos menores continuam a existir nas regiões da planície central americana, não afiliados nem ao grupo de Utah nem aos seguidores de Joseph Smith III.
Muitos santos dos últimos dias se empenham ativamente em assuntos políticos e deveres cívicos. O 12.º artigo das Regras de Fé dos santos declara: "Cremos na submissão aos reis, presidentes, governadores e magistrados, como também na obediência, honra e manutenção da lei."8Mormonismo e Política
Os santos dão grande ênfase à cargos políticos. Considerado o primeiro profeta, Joseph Smith Jr. foi prefeito de Nauvoo, Mississippi e candidato à presidência dos Estados Unidos. Seu sobrinho, Joseph F. Smith que se tornou presidente da igreja em 1901, incentivou aos jovens a "aspirar aos grandes cargos que nossa nação tem a oferecer" .9
O cumprimento das leis de seu país é muito importante para tais membros. O manual "Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Heber J. Grant" incentiva "que a reverência pelas leis seja sussurrada por toda mãe americana no ouvido dos bebês que ainda estão em seu colo; que ela seja ensinada nas escolas, colégios e faculdade, que seja escrita nas cartilhas, livros didáticos e almanaques, que seja pregada nas igrejas, proclamada nos salões legislativos e executada nos tribunais de justiça." Heber, apóstolo da Igreja SUD, ensinava que a "constituição dos Estados Unidos fora instituída por Deus".10
Brigham Young foi o primeiro governador de Utah e demonstrava grande honra ao governo. Quando o Estados Unidos resolveram guerrear contra o México em 1846, Young ordenou recrutamento do batalhão Mórmon para auxiliar seu país, abençoando-os com as seguintes palavras: "Deus os abençoe eternamente. Fizemos tudo isso para provar ao governo que éramos leais."11
Young declarou que os santos dos últimos dias são um povo "muito político" e que tais membros devem votar em "homens que apoiem os princípios de liberdade civil e religiosa".12 Todavia, Joseph F. Smith declarou que "(…) a Igreja [de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias] segue a doutrina da separação entre igreja e estado. A Igreja não se envolve em política; seus membros podem pertencer ao partido político que decidirem seguir (…) não lhes é pedido, muito menos exigido, que votem dessa ou daquela maneira."9
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Curiosidades sobre Dubai
Um dos tópicos desse blog é falar sobre o que aprendemos na sala de aula, e entre umas pesquisar que tivemos que fazer era a historia de um País, nós escolhemos Dubai então vamos contar essa história para vocês!
Dubai;
(Em árabe: دبيّ, Dubayy) é uma cidade correspondente ao emirado de mesmo nome e que está localizada nos Emirados Árabes Unidos (uma federação de monarquias absolutas hereditárias árabes).2 O Emirado de Dubai está localizado na costa do Golfo Pérsico, sendo um dos sete emirados que compõem o país. Dubai é o emirado mais populoso entre os sete emirados, com aproximadamente 2 262 000 habitantes. Está localizada ao longo da costa sul do Golfo Pérsico na Península Arábica na Ásia. O município muitas vezes é chamado de "Cidade de Dubai" para diferenciá-lo do emirado homônimo. A cidade é conhecida mundialmente por ser extremamente moderna, futurista e por seus enormes arranha-céus e largas avenidas.
Existem registros da existência da cidade pelo menos 150 anos antes da formação dos EAU. Dubai divide funções jurídicas,políticas, militares e econômicas com os outros emirados, embora cada emirado tenha jurisdição sobre algumas funções, tais como a aplicação da lei civil e fornecimento e manutenção de instalações locais. Dubai tem a maior população e é o segundo maior emirado por área, depois de Abu Dhabi.3 Dubai e Abu Dhabi são os únicos emirados que possuem poder de veto sobre questões de importância nacional na legislatura do país. Dubai tem sido governado pela dinastia Al Maktoum desde 1833. O atual governante de Dubai, Mohammed bin Rashid Al Maktoum, é também o Primeiro-Ministro e Vice Presidente dos Emirados Árabes Unidos.
A receita do emirado é proveniente do turismo, do comércio, do setor imobiliário e dos serviços financeiros.4 As receitas de petróleo e gás natural contribuem com menos de 6% (2006)5 do PIB de 37 bilhões de dólares em 2005.6 O setor imobiliário e da construção civil, por outro lado, contribuiu com 22,6% da economia em 2005, antes do atual boom da construção em larga escala.7 Dubai tem atraído a atenção mundial por seus projetos imobiliários 8 e acontecimentos esportivos.
O destaque de Dubai como centro mundial de negócios contrasta com a situação de miséria e de violação de direitos humanos dos trabalhadores na construção civil - grande parte deles migrantes provenientes da Índia, Bangladesh, Paquistão, Afeganistão,Yemen,Sri Lanka, Etiópia, Filipinas, China ou Síria. Mal pagos e mal alojados, têm sido submetidos a formas de exploração comparáveis às vigentes durante a Revolução Industrial, sendo muitas vezes obrigados a trabalhar sob temperaturas que podem superar 50°C. São frequentes os casos de suicídio entre os operários. 9 Segundo Sharla Musabih, diretora do abrigo Casa da Esperança, destinado a mulheres vítimas de violência, Dubai progrediu muito economicamente nos últimos 10 anos, mas as condições dos trabalhadores são semelhantes às do século XIX. 10 11 12
Em 1820, Dubai era conhecida como Al Wasl por historiadores britânicos. No entanto, poucos registros referentes à história cultural dos Emirados Árabes Unidos ou seus componentes existem devido à tradição oral da região em passar suas tradições através do folclore e de mitos. As origens linguísticas da palavra Dubai também estão em disputa, alguns acreditam que a palavra possa ter origem persa, enquanto alguns acreditam que o árabe seja a raiz linguística da palavra. De acordo com Fedel Handhal, pesquisador da história e da cultura dos Emirados Árabes Unidos, a palavra Dubai pode ter vindo da palavra Daba (um derivado do Yadub), que significa rastejar; a palavra pode ser uma referência ao fluxo da enseada de Dubai para o interior.
Arquitetura
Ver artigo principal: Palm IslandsPalm Islands[editar | editar código-fonte]Dubai é famosa por suas obras grandiosas e de forte apelo turístico. Dentre elas, podemos destacar as Palm Islands, o arquipélago The World, o hotel Burj Al Arab e o edifício Burj Khalifa.
Palm Islands são três arquipélagos artificiais no formato de palmeiras. Um audacioso projeto construído pela Al Nakheel Properties, é um grande ponto atrativo da cidade e tem como objetivo aumentar o turismo no Dubai. Mesmo sendo artificial, foram usados apenas materias naturais (areia e pedras) para a construção do arquipélago, em vez de concreto e aço, mais aconselhados para o tipo de estrutura. Uma segunda ilha artificial com formato de palmeira está em construção, já em estágio avançado. É prevista a construção de uma terceira ilha artificial no formato de palmeira. Em cada braço desta palmeira, estão sendo construídos elegantes hotéis e grandes residências. Moradores podem ter o direito de atracar sua lancha na frente de algumas construções
Link para maiores curiosidades:http://pt.wikipedia.org/wiki/Dubai
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